Luh
Seu nome é Luiza, mas ela prefere Luh ou Luh Danoninho. Tem 14 anos, fará 15 dia 17 de maio. Ela é alta, magra no peso, gentil, amiga, inteligente (melhor da sala, hehehe) muito teimosa, preguiçosa (com orgulho). Ama família (acima de tudo), amigos (BFFFs e os meninos), SPFC, música (James Blunt, KT Tunstall, Jonas Brothers, Coldplay), House e etc. Sou apenas assim, nada mais

P.S.: Por questões de segurança, o único nome que será citado aqui é o meu. E sem fotos.
 
Blog
O nome do Blog vem de uma música da cantora KT Tunstall é, aquela mesma da música da abertura de O Diabo Veste Prada, que tocava na novela Belíssima. A Tradução como se já não fosse óbvio é Desastres em Miniatura. Aqui eu vou contar um pouco da minha vida, nada de muito especial, mas vai ser meu diário

Link-me.


Aqueles Blogs.
{Ins}PIRAÇÕES!
Palavras de um presente bom.
Ma-cherie.
Hello Star.
I-maginatif.
Dream of Girl
Simple Luv
Madly Luv
Bruberries

Simply Bruna
Song.


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com


 
Participo.
One Kiss For You
The End.
É, The End. Podem rir da minha cara, a menina ignorante que vos fala não sabe nem fazer um mísero i-frame, imagina coisas muito mais sofisticadas.
 
Layout + HTML by.
         


Suspendam as buscas!

Estou viva, vivíssima, diria! Na verdade, se você ficou com saudades, comece a me seguir no twitter (mas primeiro me avise por comentário, para eu não te bloquear de bobeira). Afinal, é muito mais fácil escrever apenas 140 caracteres do que um post inteiro quando o tempo é escasso. Só um conselho: não siga, ao mesmo tempo, eu, a Lilikaaa e a Patthy. É roubada. Você vai sofrer. Eu fiz isso e deu no que deu, virei uma #twitaholic! Mas você vai dar umas boas risadas, isso eu garanto! *Estou fazendo propaganda contra ou a favor? O.o*

Agora é a hora que vocês param de ler o post e me perguntam: “e aí, alien, de que planeta você veio e pra onde você abduziu a Luiza?”. Não, eu não sou um alien. Juro! Pra vocês terem uma ideia, eu teria milhões de poemas pra postar aqui e fazer vocês, meus queridos e amados leitores, enfiarem goela abaixo. Mas não, não é esse tipo de post que eu quero fazer. E por que não? PORQUE POXA, eu estou de “férias” e queria um post mais descontraído, divertido (isto é, se é que eu consiga fazer algo divertido... mas whatever*).

Assunto mais sério agora: hoje tem missa de formatura do colégio. Ok, já estou me preparando para a possível desidratação lacrimal que vai ocorrer, mas não isso o que mais me apavora. Me apavora o fato de que o ano está acabando e eu não tenho a menor ideia do que vou fazer da vida! Certo, talvez o termo “a menor” tenha sido uma hipérbole, mas eu não sei se fico, se vou, e se eu for, pra onde? Alguém me ajuda!

Termino esse post com um momento miguxo: seja lá o que eu vá fazer, seja lá quem vá me abandonar, ou eu vá abandonar, foi muito bom estudar com vocês, pessoal. Tivemos nossos altos e baixos, enfrentamos tudo juntos. Apesar de não conhecer intimamente uma boa parte de vocês, a gente estuda junto há tanto tempo! Dei muitas risadas com vocês, tive meus melhores momentos, também tive momentos ruins, mas o saldo é, com certeza, positivo. E eu desejo muito boa sorte pra todos vocês, quero a felicidade de cada um, e eu vou morrer de saudades, porque nunca houve e nunca haverá uma turma que eu goste mais do que vocês! Obrigada por tudo!

 

*é melhor se acostumarem com esse termo, ele significa “que seja”, ou “tanto faz” e eu o uso com muuuita frequência.




Oi, os comentários eu respondo quando começarem realmente as férias! E o Miniature Disasters está quase com um ano, vivaaaaaa!
Uma salva de palmas para os meus visitantes que o fizeram durar tanto! E ainda vai durar muito mais, espero.



- Postado por: Luh Danoninho às 17h13
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Uma pequena lição.

*Antes de começar, um aviso aos navegantes: quem gosta dos meus posts-textos, e não tem paciência para os outros e nem para posts longos, pare de ler por aqui.*

Talvez todas as recriminações que minha vó vem me dando desde ontem à noite sejam bem merecidas. Confesso que otimismo nunca foi meu forte. Não, minto: pessimismo sempre foi meu forte. Quando li Polyana, cheguei a me irritar de vez em quando com o hábito de ver sempre o lado bom das coisas. Quero dizer, a vida não é maravilhosa pra ficar se vendo só as coisas boas. E as pragas que rodeiam esse mundo? Elas não contam? Muitas vezes elas são até maiores que as vantagens... Bom, pelo menos essa sempre foi a minha visão.

Outro péssimo hábito meu é o de criar muitas expectativas, sejam elas boas ou ruins, sobre um acontecimento futuro. Não adianta mil pessoas à minha volta chegarem e dizerem “Luiza, calma, relaxa!”, não surte efeito. Meu cérebro simplesmente descarta essas informações e não há meios de ele se esquecer das coisas. Talvez ele queira sempre algo pra se preocupar ou se distrair, eu sei lá.
Faço toda essa longa introdução falando de características minhas para contar sobre um acontecimento muito recente, deste fim-de-semana. Quem me conhece deve saber que toco piano. Desde 2004, diga-se de passagem. E todo fim de ano, há a apresentação musical. Essa me deixa mais careca a cada ano (ahaha, piadinha sem graça). Ela organiza-se em primeira parte, a parte clássica, e segunda parte, que são as bandas.
Na primeira parte eu sempre tremi, agonizei, morri antes de entrar no palco e mesmo em cima dele. E ano passado, ocorreu a “zica” de ser o primeiro ano no qual há um erro (e não muito pequeno) bem ao fim da música. Conclusão: na apresentação desse ano eu estava a pura pilha. Junta-se o fato de eu ser ansiosa com o pessimismo, e eu tinha claro em minha mente de que a música ia sair horrível.
A segunda parte, ao contrário, esse ano era só sonho. E o sonho mais lindo e maravilhoso! Eu estava encarregada de tocar DUAS músicas do Coldplay (uma no piano – Clocks, e outra no teclado – Viva la Vida), ao vivo, para todos verem! E milhões de cenas rolavam na minha cabeça do quão maravilhoso seria aquilo.
Ocorre que, um dia antes da apresentação, nesta sexta, dia 16, havia o ensaio geral no teatro onde seria feita a audição. A primeira parte saiu ótima, muito bem. A segunda foi o completo desastre: Viva La Vida não tinha problemas, mas Clocks era o puro caos! A bateria encobria completamente o piano e qualquer outro instrumento, inclusive quando tive que fazer minha tentativa ao teclado. E isso serviu de desespero e choro por um bom tempo teatro a fora.
Foi a partir daí que eu adquiri a plena convicção de que a apresentação ia ser uma porcaria. E, como eu disse anteriormente, não adiantava minha vó dizer que tudo ia dar certo, eu não acreditava!
Mas perdi todo meu argumento ontem, quando a primeira parte só teve um erro que eu facilmente disfarcei. E a segunda? Ah!, a segunda foi um caso a parte. Viva La Vida, de acordo com minha família, foi um show só meu: o que mais ali se ouvia era o teclado tocando aquela famosa e linda introdução. E Clocks? Segui o conselho de meu pai e toquei apenas para mim mesma, com um sorriso no rosto, cantando junto do vocalista e simplesmente me deixando levar pelo fato de que EU estava me dedicando à minha banda favorita! E juntando a linda introdução de Clocks no piano, com o ótimo baixista, o exímio vocalista e guitarrista, e a bateria um pouco mais baixa, resultou na música mais aplaudida!
Talvez isso devesse servir de lição para mim, eu deveria aprender que não devo me antecipar aos fatos. Mas, ah!, não adianta... isso vai ser uma façanha que eu nunca, nunca vou alcançar, tenho certeza disso!


Oi, eu sei que os comentários ainda não foram respondidos. Mas oi, eu tava em semana de provas até agora à pouco, e também em bateria de ensaios! Ou seja: me arranjem tempo. Poooor favoooor, me perdoem! Eu prometo que vou responder, prometo! Mas eu não podia simplesmente abandonar meu blog porque não consigo responder os comentários. Eu sou grata a todos e vou sempre bater uma salva de palmas pra todos vocês, sempre sempre!



- Postado por: Luh Danoninho às 18h22
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O dom de um amigo.

"Às vezes você acha que vai ficar bem sozinho. Porque um sonho é um desejo que você faz totalmente sozinho. É fácil achar que você não precisa de ajuda, mas é mais difícil andar com as suas próprias pernas."
Sabe, Demi Lovato conseguiu fazer o possível e o impossível nessa música. Ela conseguiu dizer o que eu sinto, o que eu vivo.
Ela consegue exemplificar, em poucas palavras, o sentimento que você sente quando há algo te puxando pra baixo, e vem aquela pessoa tão querida e te faz abrir um sorriso.
Aquela pessoa que te deixa mais feliz do que você já está, que te olha com carinho, que vai te acompanhar seja qual for o momento, que te apóia mesmo quando sabe que você está errado(a). E sempre te diz que você errou da maneira mais doce, e te acolhe quando você se sente mal, enxuga suas lágrimas. Palavras e gestos de carinho.
Mesmo com mil e uma brigas, tudo sempre fica bem. Porque há um sentimento de cumplicidade incrível. Porque na amizade verdadeira, nada supera o sentimento de amor de irmãos.
Escrevo esse post, porque passei por uma situação onde me sentia péssima e veio aquele apoio amigo pra me fazer abrir um de meus maiores sorrisos (você sabe quem você é, pessoa!).
Então eu gostaria de dedicar esse post e essa música a todos os meus amigos verdadeiros (novamente, vocês sabem quem são), que sempre estão ali para mim. Mesmo aqueles que não têm muitas oportunidades para me apoiarem e enxugarem minhas lágrimas, eu sei que se pudessem, fariam com certeza.

"Alguém que sabe quando você está perdido e assustado
Lá, nos altos e nos baixos
Alguém com quem você pode contar, alguém que se importa
Ao seu lado aonde quer que você vá
."


Gente, eu sei que os comentários estão EXTREMAMENTE atrasados, ok?! E se eu disser que estou sem tempo, vocês irão retrucar: "aha, e como você postou isso?". E eu lhes respondo: "porque o que me aconteceu hoje foi tão memorável pra mim, que eu precisava desse post. Precisava dizer a essa pessoa tudo isso que foi escrito acima, apesar de já ter dito e apesar de ter (quase) certeza de que essa pessoa nunca vai ver esse post. Eu precisava, entende?" (não me peçam detalhes, ok?!)
E, é claro, uma salva de palmas pros meus visitantes que continuam me enchendo de carinho e aguentam o fato de eu ser uma mal-educada e demorar um século e meio pra responder todo esse carinho. Mas eu respondo, viu?! Respondo sim. Sei exatamente onde parei, e vou continuar ^^.
P.S.: Esse blog está com suspeita de Gripe A, lave as mãos após sair dele (hahaha, piadinha sem graça pro momento, não acham? É que eu dou uma de engraçadinha quando fico nervosa/irritada/estressada).



- Postado por: Luh Danoninho às 20h47
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“E o futuro, é uma astronave...”

...que tentamos pilotar. Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar. Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar...
Gosto dessa música desde pequena. Quando eu era pequena, eu gostava de toda a parte lúcida dessa música e todos aqueles Power Points ou todos aqueles vídeozinhos de animação tão bem-feitos e tão caprichados.
Mas hoje, ao me pegar pensando sobre o início das aulas e o que o futuro me guarda, me veio esse trecho. Estava aqui, sozinha, no computador, pensando sobre o que vai acontecer daqui pra frente. No fim do ano, quando talvez tenhamos a confirmação de que a maioria de nós não vai mais estudar junto.
Isso é tão estranho... eu estudo com vários ali desde o jardim, ou desde a primeira série! Chega a me doer pensar que isso tudo pode acabar esse ano. Quero dizer, mesmo eu não sendo “amiga íntima” de muitos dos quais estudei há tempos, eles são meus colegas e no meu colégio há uma fraternidade... é algo um tanto confuso o que estou dizendo, eu sei. Apesar de não sermos amigos, geralmente a gente se gosta. São poucos os casos de quem não se suporta.
Além do fato de que tem os meus amigos, claro. Eu não sei se eu vou sair, eu não sei quem vai sair. E se já foi triste quando minha amiga saiu na segunda série, quando minha outra amiga saiu na sexta e quando a última amiga saiu ano passado, o que vai ser desse ano?
Ah, talvez eu seja insuportavelmente reclamona e chata como dizem alguns. Mas como aqui é o meu porto-seguro, eu achei que talvez pudesse postar isso sem problema.
Talvez eu devesse parar de me preocupar tanto sobre o futuro...

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.




Oi, eu sei que esse post está num estilo um tanto diferente dos outros, ok?! E eu sei que ninguém merece ficar lendo meus dramas. Mas amanhã começam as aulas, e além do fato de isso que escrevi acima estar me matando, tem o fato de que eu vou sumir por um tempo. Conclusão: juntou tudo numa massa só de emoções confusas, e saiu isso que vocês acabaram de ler. É mais um desabafo do que um texto, mas prometo que da próxima vez, vem um texto mais decente (e espero que sem drama nem crise existencial...)
AH!, e é claro, gostaria de mais uma vez agradecer meus visitantes. Não importa quantos comentários eu receba, nem que seja só um, eu leio todos eles com o maior carinho, com brilho nos olhos e com muita alegria. Saiba que mesmo que pareça que não vou responder seu comentário, quando você menos espera, meu comentário estará lá, tentando retribuir o carinho que me foi dado.
E mais uma salva de palmas aos meus visitantes, que colocaram mais vinte e quatro comentários na caixinha do Haloscan!



- Postado por: Luh Danoninho às 16h14
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Love Box

O que vocês terão a oportunidade de ver agora, em primeira mão, é o primeiro meme que eu já fiz na minha vida!
Sim, pasmem! Nunca me indicaram para um meme.
Aí lá foi a Jeeh me indicar para o primeiro meme da minha vida! E justo pra um difícil!
Eu tinha que gostar de blogs com nomes tão incompatíveis?
Mas, depois de muito penar, taí o resultado! Espero que gostem:

"O que eram aquelas palavras que ele me dizia, com tanta naturalidade? Ah, sim, eram palavras de um presente bom. Mas por que elas não soavam boas para mim? Ah, talvez seja porque ele me fizera ter todos os sonhos de uma garota e os destruira em um simples segundo. Naquele simples segundo em que ele chamara aquela outra garota de “minha querida” e fizera-me morrer por dentro. Por que será que eu tinha que ter me apaixonado por ele? Apesar de ser um amor simples, eu estava loucamente apaixonada por ele. E será que foi por isso que usei todas as minhas inspirações e meu lado imaginativo para escrever aquela linda carta, com aquela bela declaração de amor? Agora só me falta coragem... Olá estrela
cadente, me dê coragem de entregá-la..."

Regras:
Linkar quem indicou o meme e, se possível, no conto também ^^
Criar uma narração curta, de poucas linhas, contento os nomes (traduzidos e com link) dos blogs que mais gosta para repassar este meme.
Se quiser, coloque na sidebar dentro de uma caixinha.


Edit às 18:31 - Queria agradecer muito a minha amiga Tatá por me lembrar que esqueci de fazer alguns agradecimentos aqui.
Primeiro, agradeço o Award que a Bruna me deu. Se eu destribuisse awards, com certeza retribuiria a gentileza.

 • Simply Bruna! ^^
E, sem demora, agora agradeço os comentários recebidos no post passado. Vinte e quatro comentários, todos escritos com carinho e amor! Meu recorde de comentários foi batido! De todos os Blogs que tive, esse foi o que mais me agradou, pelo qual eu tenho mais carinho! E todas as pessoas que conheci por meio dele, fazem meu dias mais felizes! Agradeço, emocionada, o carinho!
Uma salva de palmas para os meus visitantes.



- Postado por: Luh Danoninho às 14h23
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A razão de esse texto existir.

Será que aqueles grandes escritores, que escreveram textos lidos por muitos e grandes livros, um dia perguntaram-se “Por que escrevo?”? Talvez só quando novatos, como eu nesse momento. Não estou me comparando com esses grandes, porque, apesar das pretensões, talvez eu nunca chegue lá. Mas sou uma novata, afinal, não sou?
E por que escrevo?
Escrevo porque não encontro outra maneira tão incrível de me expressar.
Escrevo porque me sinto importante escrevendo.
Escrevo porque é a coisa mais prazerosa que existe.
Escrevo porque adoro ouvir quando dizem que gostaram de ler aquilo que fui eu que escrevi.
Escrevo porque sinto a escrita.
Escrevo porque escrever é algo mágico.
Escrevo porque não há coisa que me faça mais feliz.
Escrevo porque é algo que consigo fazer.
Escrevo para não ter que engolir a dor que sinto por vez ou outra.
Escrevo para poder despejar meus sentimentos em algum lugar que me console.
Escrevo para poder dizer o que penso e sinto.
Escrevo para mostrar minha dor, nem que seja apenas para mim mesma.
Escrevo para viver.
Vivo para escrever.



- Postado por: Luh Danoninho às 17h41
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Antes de tempestade (Mini songfic).

Ela permanecia sentada. Ele andava de um lado para o outro, desenfreadamente.  Lágrimas molhavam as faces de ambos. Não poderia ser o fim. Mas tudo parecia inevitável. Ela estava ficando um tanto irritada com o fato de ele ficar andando tão desesperadamente de um lado ao outro. Disse: “Ficar andando não fará diferença alguma! Por favor, sente-se.”.
Ele parou repentinamente e sentou-se. Disse: “Mas eu queria que fizesse”. Ficaram sentados lado a lado, pensando.
Thinking back to where we started
(Voltando a quando nos conhecemos)
And all we lost, all that we are
(E tudo que perdemos, tudo que somos)
We were young and times were easy
, (Nós éramos jovens e tudo era mais fácil)
But I could see it's not the same
(Mas pude ver que não é a mesma coisa)”
Eles se entreolharam e seus pensamentos perderam-se naquela troca. Era o fim? Não, eles não sabiam a resposta. Desejavam, com todo o fervor, que não fosse, mas poderiam continuar com tudo aquilo? Será que não fora só um romance de duas pessoas muito jovens, e agora era hora de amadurecer? O que fazer? Deram-se as mãos.
Standing out in the rain, (Esperando debaixo de chuva
,)
Need to know if it's over, (
Preciso saber se acabou,
)
Cause I will leave you alone.
(Porque eu te deixarei)
I'm flooded with all this pain
, (Estou inundado por essa dor)
Knowing that I'll never hold her
, (Sabendo que nunca vou abraçá-la)
Like I did before the storm
(Como eu fazia antes da tempestade)”
Silêncio. Horas de silêncio. Silêncio talvez nostálgico, talvez promissor. Talvez triste, talvez confiante. As mãos continuavam entrelaçadas.  Ela deitou a cabeça em seu ombro, e ele suspirou. Lembranças vinham a todo momento. Pareciam realmente lembranças de algo que ficou para trás.
With every strike of lightning
(Com cada fragmento de luz)
Comes a memory that lasts
(vem uma memória que dura)
Not a word is left unspoken
(todas as palavras foram ditas)
As a thunder starts to crash
(como um raio que atinge a terra)”
O relógio, pela primeira vez, foi consultado. E ambos perceberam o quão tarde era. Precisavam se despedir, fosse essa despedida temporária ou não. Levantaram-se e abraçaram-se mais carinhosamente do que nunca.
Standing out in the rain, (Esperando na chuva
)
Knowing that it's really over (
Sei que realmente acabou
)
Please don't leave me alone (
Por favor não me deixe
)”
E então beijaram-se. Beijaram-se como nunca fizeram antes. O beijo tinha um gosto diferente, um pouco amargo, porém extremamente doce. Separam os lábios, olharam-se, e seguiram cada um o seu caminho. Ambos se perguntando se eram muito maduros para aquele relacionamento ou muito jovens para aquela dor.


Estava lendo o comentário da Jeeh enquanto ouvia o CD dos Jonas Brothers (hihi). Ela deu a sugestão de inventar assuntos, já que eles não chegavam espontaneamente nas férias. E, no momento que li isso, tocava “Before the Storm”, com a Miley. BINGO! Lembrei da songfic que eu tinha visto no blog da Ana (porém nunca tinha lido, porque não sei nada de Harry Potter), e resolvi fazer a minha! E gostei! Vou fazer uma sempre que não tiver assunto.



- Postado por: Luh Danoninho às 13h36
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Procurem outro alguém pra culpar.

Eis mais um defeito meu: eu sou cabeça dura. Quando coloco algo na cabeça, nem um trator tira de lá. Às vezes, isso pode ser bom. Afinal, existem certas coisas das quais é realmente melhor não desistir. O problema de isso tudo é que não admito erros. Teimo, teimo e teimo mais um pouco.
A última coisa com a qual eu teimei, é que sempre colocam a culpa em mim, quando eu nunca tenho culpa. Estou metade certa, metade errada. Sim, sempre colocam a culpa em mim. Além de jogarem várias coisas nas minhas costas assim, como se fosse fácil andar por aí com cinco sacos de arroz nos ombros. E isso me cansa, sabe? Me deixa louca quando eu digo “ah, e a culpa é minha?” e as pessoas respondem “não, é minha” (com ironia) ou “é de quem então?”. Mas eu estou começando admitir que, de vez em quando, eu também erro aqui e ali. Quer dizer, todo mundo sempre erra e disso eu já sabia, mas nas situações em que me colocam um erro, eu nunca o acho. Agora, num súbito segundo, eu pensei que até nos meus primórdios da infância eu não admitia a culpa. Eis a história:

Estavam duas crianças no pátio de uma escola. Elas brincavam e se divertiam, faziam uma pequena “trilha” naquele “curto” recreio. Depois de minutos brincando, elas pararam para lanchar. Sentaram-se naquela pequena escada e abriram suas lancheiras para comerem seu lanchinho da tarde. Mas elas não contavam com o elemento surpresa: bem em frente de onde elas estavam sentadas, brincavam, a coordenadora e algumas alunas, de pular corda.
A coordenadora, que gostava muito delas, começou a chamá-las para irem brincar junto. Elas recusaram, disseram que não sabiam pular corda. Mas, de tanto a “tia” insistir, elas acabaram aceitando. Pularam muito mal, pediram pra desistir e ela as liberou.
Elas novamente voltaram à tarefa: comer o lanche. Mas então tocou o sinal. “E agora?” perguntaram-se. Subiram para a sala. Chegaram pra professora, e morrendo de fome, disseram na maior cara de pau “Tia, não comemos o lanche.”. A professora, surpresa, perguntou por quê. E elas responderam, novamente, na maior cara de pau “Foi culpa da Tia Fulana (coordenadora)”. Por isso que eu adoro crianças, pela cara de pau e ingenuidade delas.
E então, lá foram elas para a outra sala, comerem suas bisnaguinhas e tomarem seus Kapos, e ficarem se matando de rir sem o menor motivo. No fim, levaram uma pequena bronca da Tia coordenadora, mas nada muito sério.

Pois é, no fundo a história é divertida e até hoje eu e minha amiga nos matamos de rir por causa disso. Juro que eu não sei do que a gente tanto ria, mas foi muito engraçado tudo aquilo. Mas vamos admitir que eu realmente tenho um pé em não assumir culpa, certo?!


Olá, olá, olá, férias! Sim, estou de férias. E desde terça passada (dia 23). Mas não posso assegurar que isso é garantia de mais posts. Não, eu não vou viajar, muito pelo contrário. Só que sem as aulas, eu tenho até menos assunto (contraditório isso, não?! Eu tenho mais tempo e menos assunto!). Então torçam por posts!
Ah, e fiquei sumida por uns tempos porque, além de tudo, estava sem notebook. Mas agora tenho um novo (e lindo) notebook! So...



- Postado por: Luh Danoninho às 21h13
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Querido coração.

Eu sei que você está com medo. Eu sei que você está perdido. Eu sei que você está machucado. Sinto tudo isso junto com você.
Sei que às vezes parece que está tudo perdido. Sei que parece que as rédeas sumiram. Sei que, de repente, se percebe que o controle também foi perdido.
Também sinto o quanto é difícil viver nessa incerteza contínua. Sinto toda a dor que há em tudo que anda acontecendo. Sinto o seu medo de ser mal-interpretado.
Vivo com você e sua paranóia. Vivo com toda a sua insegurança em relação àquelas suas amizades tão bonitas, porém tão abaladas, por motivos tão bobos.
Mas calma, meu querido. Não desista. Não desista de mim. Não se esqueça daquelas sábias palavras ditas por aquela músicaSó porque estou perdendo, não significa que esteja perdido. Não significa que irei parar. Não significa que não atravessarei. Só porque estou sendo machucado. Não significa que esteja machucado. Não significa que não consegui o que mereço, nem melhor, nem pior.”.
Por favor, amigo, não desista. Não desista de mim. Porque, bem lá no fundo, ambos sabemos que em algum momento, tudo irá se consertar. Quando? Como? Do jeito que deveria ser? Não sabemos. Mas tudo, um dia, vai se consertar. Eu espero, com muito fervor.


Explicação: Esse post tem muito a ver com o post "I'm tired of rumors starting", do dia 2/04. Mas não, não é o mesmo amigo. É o outro. E ele teve a mesma reação, ou eu tive a mesma nóia. E isso cansa. Às vezes eu tenho a impressão de que eu devo ter algum comportamento que leve a esses comentários. Mas qual, meu Deus? Para mim, eu sou até bem mais discreta do que várias garotas que tem amizade com o sexo oposto! E enquanto isso, eu fico aqui, nessa agonia por causa dessa paranóia minha de achar que as outras pessoas vão ter o comportamento que eu imagino que elas teriam.



- Postado por: Luh Danoninho às 17h16
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Quem é ela?

Quem é aquela garota que senta na primeira carteira da fileira perto da janela? Aquela, de cabelos e olhos castanhos? Aquela, alta, que usa uns óculos roxos, aparelho transparente nos dentes? Quem é ela?

"Ela? Ela é uma menina que quando você vê, parece uma e quando você conhece, ela não é nada do que você pensou, por isso que é impossível não gostar dela!"

"Essa menina é aquela que sempre apóia, apesar de ser pessimista, aquela menina perfeita, amiga, minha IRMÃ (em letras garrafais, arial 80), que tem crises comigo, grita comigo, chora e ri comigo, LOUCA, DOIDA, e que eu tenho muito orgulho dessa irmã louca, que eu amo mais que chocolate!"

"Quem é ela? Uma garota que tem seu jeito de ser! A menina feliz... Só sei de uma coisa, eu a amo s2"

"Ela? Ah, é apenas mais uma garota como todas as outras, mas com algo em especial, misterioso, que ela esconde debaixo de sete chaves, em lugar no coração. É aquele jeito, aquele meio sorriso às vezes envergonhado, aquela meiguice que faz ela ser diferente e conquistar tantas pessoas. Ela é minha irmã que eu não abro mão e que eu moveria céus e terra para ver sempre feliz. Sim, é ela, aquela que sente, que chora, que ri, que sofre, que ama, que grita, que encanta, e ela é única."

"Bom, eu não sei de quem eu estou falando, mas eu acho que ela é muito legal, amiga, companheira, cabelo repicado tamanho médio. Ela é alta, esbelta, de corpo normal. Ela toca piano e tudo mais. Eu acho que ela deve ser leal e muito verdadeira. Espero que ela venha no meu casamento dia 15 de novembro de 2019. Eu vou casar em Funchal, casa do meu marido =D. Beijos mulher invisível!!"

"Ela é uma menina que é uma menina, uma menina que não é aquela menina, ela é a menina, e é isso que faz dela uma pessoa única!"

"Ela? Bom, essa garota é diferente, mesmo conhecendo-a muito bem. O humor, que às vezes me assusta, também pode ser igual ao meu: louco e feliz! E eu a amo mesmo com as qualidades e defeitos."

"Ela? Uma garota engraçada, divertida, bonita, muuuito inteligente e totalmente doida. Resumindo, uma garota perfeita! E eu a amo!"

"Quem é essa garota? Essa garota que parece louca, mas não é?! Ela é uma amiga em que se pode confiar. E aquela garota que apóia os amigos nas horas que eles precisam. Quer saber quem é ela? Ela é uma amiga. Uma grande amiga."

Ela é a garota que vos fala.
E ela fez, nesse domingo que se passou, quatorze anos.

P.S.: Muito obrigada a todos os meus amigos que fizeram esses depoimentos! Figo, Torradinha, Cacau (eu sei que você não gosta), Jeeh, Pimentinha, Louis (sim, eu te chamei pelo apelido pela primeira vez, tá?!), Pudim, Goiabinha, Nick. Infelizmente, ficaram faltando a Drika e a Lalalu, mas só por todos esses depoimentos lindos e carinhosos, eu já fico feliz.



- Postado por: Luh Danoninho às 17h37
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Poemas e Prosas - parte 4 de 4.

Esse será o último de quatro posts que mostrarão os dois poemas e as duas prosas que eu escrevi em sala de aula numa aula que eu não tinha o que fazer (eu tinha tirado nota altíssima na prova e sabia o que tinha errado, então não precisava ouvir a correção). Se quiser ver a primeira, a segunda e a terceira partes, desca a sua barra de rolagem só um pouquinho e dê uma olhada na prosa "Um sorriso", no poema "Relógio" na prosa "O limite de estar viva".

Vivi.
Como eu vivi?
Vivi alegremente, perigosamente.
Vivi na tristeza, cautelosamente.
Vivi na solidão, amando a mim.

Vivi com alguém, amando-o.
Vivi sem pensar, chorando.
Vivi a me preocupar, sorrindo.
Vivi as contradições, todas as emoções.

Se me decepcionei?
Se me perdi?
Se fui feliz?
Se me diverti?

Sim, todas essas.
Mas das experiências que tive,
Uma para sempre guardarei:
O amor que tive por você.


Espero que tenham gostado.



- Postado por: Luh Danoninho às 19h22
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Poemas e Prosas - parte 3 de 4.

Esse será o terceiro de quatro posts que mostrarão os dois poemas e as duas prosas que eu escrevi em sala de aula numa aula que eu não tinha o que fazer (eu tinha tirado nota altíssima na prova e sabia o que tinha errado, então não precisava ouvir a correção). Se quiser ver a primeira e a segunda partes, desca a sua barra de rolagem só um pouquinho e dê uma olhada no poema "Relógio" na prosa "O limite de estar viva".

Um sorriso.
      Ela o olhou com um simples sorriso puro. Aquilo mudou seu dia. Todos aqueles momentos catastróficos que antecederam aquele sorriso desapareceram. Naquela simples mostra de dentes. Naquele simples olhar sorridente.
      E aquelas deliciosas gargalhadas fizeram-no sonhar sobre toda aquela pureza, alegria, despreocupação que um dia tivera. E era tão gratificante viver no passado. O presente só doía e machucava.
      E ele nunca mais esqueceu daquelas risadas deliciosas que fizeram seu dia. E aquele sorriso. Um sorriso que representava o passado. Um sorriso encantador de criança.


Espero que tenham gostado. Volto quarta-feira com o segundo e último poema.



- Postado por: Luh Danoninho às 17h59
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Poemas e Prosas - parte 2 de 4.

Esse será o segundo de quatro posts que mostrarão os dois poemas e as duas prosas que eu escrevi em sala de aula numa aula que eu não tinha o que fazer (eu tinha tirado nota altíssima na prova e sabia o que tinha errado, então não precisava ouvir a correção). Quem quiser ver a primeira parte, desca a sua barra de rolagem só um pouquinho e dê uma olhada na prosa "O limite de estar viva.".

Relógio.
Aqueles três ponteiros giravam.
Denotando a passagem do tempo.
Eu queria que tivessem parado.
Naquele saudoso momento.

Mas eles continuam girando.
Sempre e sem parar.
E eu aqui continuo.
Aqui continuo a olhar.

Meus olhos bem fixados.
Naqueles três ponteirinhos.
Que pareciam parados.

Meu pensamento atordoado.
Por aqueles minutinhos.
Sem você ao meu lado.


Espero que tenham gostado. Volto segunda-feira com a segunda prosa.



- Postado por: Luh Danoninho às 16h38
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Poemas e Prosas - parte 1 de 4.

Esse será o primeiro de quatro posts que mostrarão os dois poemas e as duas prosas que eu escrevi em sala de aula numa aula que eu não tinha o que fazer (eu tinha tirado nota altíssima na prova e sabia o que tinha errado, então não precisava ouvir a correção). Essa foi a que eu mais gostei.

O limite de estar viva.
     
Ela perdia-se no espaço tempo. O buraco negro da solidão. Aquela fresta de luz irritante anunciava todo o pranto no qual vivia. Um minuto em toda a sua existência fizera com que todas as lágrimas que existiam dentro dela desabassem. Agora estava vazia. Incompleta. Ela havia perdido seus sentidos. E, de alguma forma, estava mora. Morta por dentro. Vivia apenas por viver. Vivia porque não tinha nem sua força de vontade para morrer.
      Ela estava ali, parada. As pessoas olhavam, com estranheza. Mas ela já não mais reagia. Ela nem percebia. O mundo acabara para ela. Ela era apenas pele, carne e osso. Ela estava ali, mas sua mente não. Sua mente estava perdida. Perdida naquele momento. Naquele acidente. Naquela fração de segundo que matara todos que amava.

Espero que tenham gostado. Volto sexta-feira com o primeiro poema.



- Postado por: Luh Danoninho às 15h35
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“I’m tired of rumors starting”

Esse é um trecho de uma música da Lindsay Lohan. Eu sempre gostei da música (e da Li-lo), sempre achei que tinha uma batida legal, uma boa melodia, a voz dela estava ótima e a letra era legal. Mas eu nunca percebi o quanto a música era útil, não só para as celebridades (aliás, um monte delas faz uma música para os jornalistas e papparazis, já perceberam?!) mas também para as pessoas. Claro que não todos os trechos da música: eu não sou seguida por aí (graças a Deus!). Mas vários deles são bem úteis.

Algumas pessoas palhaças voltaram com o boato de que eu estou ficando com o meu amigo (eu não pretendo citar nomes nem qualquer outro tipo de definição para não comprometer ninguém). Não, isso não me incomoda. Se dependesse de mim, eu apenas mandava essas pessoas para o quinto dos infernos e seguia minha vida.

O “porém” de isso tudo é que eu já percebi que meu amigo se incomoda com isso. Pode ser neura minha, mas já teve mais de uma vez que, após toda essa falação, ele não fala mais comigo. Hoje, por exemplo, depois que minhas amigas foram embora do colégio eu fiquei sentada lá, sozinha, olhando para a calçada. Nem se despedir de mim ele se despediu.

Talvez eu esteja ficando louca, neurótica, esteja vendo coisas demais, tentando ler a mente das pessoas, mas não é a primeira vez que acontece. E eu não estou fazendo todo esse post porque eu quero que essas pessoas, com esse comportamento retrógado e antiquado sobre amizade entre sexos opostos, parem de se intrometer na minha vida. Eu quero que elas parem, mas isso eu dou um jeitinho (o jeitinho todo “especial” da Luiza ;]). Estou aqui porque a amizade dele importa muito pra mim. Eu acho que talvez ele volte a falar comigo normalmente, mas isso me preocupa.

Eu vou viver minha vida,
Mas não do jeito que você deseja.
Estou cansada de rumores começando...
Estou cansada de ouvir pessoas falando

O que elas querem sobre mim.
Por que não se esquecem de mim?
Por que não me deixam viver?
Vou fazer isso do meu jeito,
encare como quiser.


Olha, esse post foi a prova de que eu não morri. Eu estou em semana de provas, então para respirar eu to fazendo esforço. Me desculpem pelo sumiço. Maas, tá acabando (graças a Deus![2])! Eu voltarei rapidamente, ok?! Não se preocupem comigo (pra quem eu to escrevendo isso? Pra mais ou menos dois gatos pingados, eu acredito ='[. Eu não consigo fazer muitas amigas vírtuais, buá... okk, vou parar com esse muro de lamentações).



- Postado por: Luh Danoninho às 17h16
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