Luiza
Imagine uma pessoa que nasceu em pleno outono de 1995, mais precisamente, 17 de maio. Hoje, com dezesseis anos, 1,72 metros de altura, cabelo castanho e mais branca que a neve, com problemas de visão. Uma pessoa meio tímida, teimosa demais, pessimista até o último fio de cabelo, dramática, ansiosa, reclamona, indecisa, estressada demais... mas espera um pouquinho. Tirando o fato de ser tímida, o resto você só descobre conhecendo. Assim como descobre que ela pode sim, ser amigável. Que, apesar das boas notas, não é uma louca que fica só estudando, e é legal de conversar. Percebe também que ela é louca, mas no bom sentido, e que TENTA ser engraçada de vez em quando (mas não consegue). E percebe que acima de tudo, faria tudo, mas tudo MESMO pelas pessoas que ela mais ama, no caso, sua família e seus amigos. Acrescento aqui o bom gosto musical e esportivo dela (hahaha): completamente obcecada, viciada e doente por Coldplay, além de amar James Blunt, KT Tunstall, Jonas Brothers, Paramore e Muse; é aficionada por rock ‘n roll, tanto moderno quanto clássico; e torce pro melhor time desse Brasil: São Paulo! *.* Adora ler e como vocês vão perceber ao longo dos posts, tem uma paixão inexplicável pela escrita, algo que não largaria por nada, tanto que quer se tornar uma jornalista/escritora no futuro. Não conhece? Luiza, mas pode me chamar de Luh. O prazer é todo meu.
 
Blog
O nome do Blog vem de uma música da cantora KT Tunstall é, aquela mesma da música da abertura de O Diabo Veste Prada, que tocava na novela Belíssima. A tradução é Desastres em Miniatura. Aqui eu vou contar um pouco da minha vida, nada de muito especial, mas vai ser meu diário Essa é a versão que vai comemorar 2 anos de blog, que se tornarão completos em 22 de janeiro.

Meus favoritos
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Some Kind of Trouble
- Palavras de um presente bom
- Confabulando
- Hello Star
- Imaginatif
- Dream of Girl
- Je Amour
- Madly Luv
- Bruberries

Layout e código por
Desing feito por mim, brushes que achei no
DeviantArt
e imagens achadas
aqui, aqui e aqui.


Do lado esquerdo do peito...

O ano é cheio de datas comemorativas! Tem ano novo, carnaval, páscoa, dia dos namorados (que pra mim, é inútil há dezesseis anos, ha! #tudumtz), dia das crianças, Natal, e alguns feriados pelo ano afora que fazem a alegria das pessoas atarefadas. E existe o dia de hoje. Para quem ainda não sabe, mesmo depois de todo o alarde que foi feito sobre a data, hoje é dia do amigo!
Amigo... do latim amícus, que quer dizer confidente, favorito, protetor, aliado. Amigo, que ama, que demonstra afeto; que ou o que ampara, defende; e isso tudo de acordo apenas com o dicionário Houaiss! Eu nem comecei a dar a minha definição/opinião.
Amigo mesmo é aquela pessoa que nunca vai te abandonar. É aquela pessoa que vai saber exatamente o que você está sentindo, o que você quer ouvir. Mas também sabe o que você não quer ouvir, e sabe que tem a liberdade de dizer. Porque não importa o que aconteça, você não vai desistir dele. É a pessoa que pode fazer mil e uma burradas e você, depois de dar uma bronca, vai ajudar a concertar (a recíproca é verdadeira). É a pessoa que vai te ajudar e te apoiar quando você quiser fazer algo, mesmo achando que esse algo é errado, mas porque essa pessoa faria tudo pra te ver sorrir, e pra estar sempre ao seu lado. É aquela pessoa que você pode ficar meses sem ver e semanas sem falar, mas que vai parecer que foram horas. É aquela pessoa que você xinga, diz que odeia, briga feio, mas nunca consegue ter raiva de verdade.
Amigo não precisa ser aquela pessoa constante, com quem você nunca briga. Aquela pessoa que você conhece há anos. Aquela pessoa que você vê todo dia. Aquela pessoa que tem um comportamento igual ao seu (como por exemplo, serem ambos pessoas tímidas). Aquela pessoa que você sempre gostou, sempre simpatizou, desde quando vocês se conheceram. Aquela que tem os mesmos gostos que você. Aquela pessoa que lembra todas as datas e todos os detalhes. Mas pode ser aquela pessoa que você demora a pegar confiança. Ou aquela que você vê todo dia, há anos. Ou aquela que te faz rir e sempre sabe como te colocar pra cima. Ou aquela que se irrita muito fácil, mas sabe ser fofa. Ou alguém da sua família...
Amigo pode ser qualquer um em quem você possa realmente confiar!



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Postado por: Luh Danoninhoàs 20h51
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Uma última carta

Antes de mais nada, quero esclarecer que não guardo rancor. Que não tenho raiva, muito menos ódio. Também quero que saiba que não me arrependo de nada.
“Não se arrependa de algo que um dia te fez feliz”, dizem. Apesar da mágoa que corrói meu coração nesse exato momento, sempre me lembro dos momentos que tivemos, das risadas, das lágrimas, dos conselhos, das conversas. Um dia isso me fez bem. E me fez muito bem. Você foi muito importante pra mim, e sei que também fui para você. Os seus gestos me diziam isso. Hoje eles não dizem mais.
O que vou guardar de você são as memórias. Sempre que alguém disser seu nome, sua data de aniversário. Sempre que ouvir uma música que gostávamos, sempre que alguém me disser algo que remeta ao nosso passado. E é difícil escrever essa carta, assim como é difícil às vezes falar com você ou fazer cobranças, porque tudo sempre soa como um Adeus mascarado.
Pra ser bem sincera, o que eu sinto é um pouco de tristeza, misturada com saudades. Saudades daquilo que a gente foi um dia, tristeza porque essa realidade se esvai pouco a pouco, se já não se foi por completo.
Em resumo, essa carta é um misto de obrigada com boa sorte. Obrigada pelo passado incrível, e boa sorte no que virá, mesmo que eu não faça parte disso. Porque você merece.

Da Saudosa,
Luiza.



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Postado por: Luh Danoninhoàs 20h35
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Quem um dia imaginaria...

Quem um dia imaginaria que aquela menininha, de óculos quase fundo de garrafa, tão "caretinha", um dia ia se tronar uma viciada em internet? Quem diria que ela se tornaria tão musical, a ponto de não viver um dia sem música? Quem acharia que ela, depois de querer ser cientista, pediatra, arquiteta e professora de história, ia acabar descobrindo uma paixão incondicional pela escrita e pelos livros?
Quem um dia imaginaria que aquela garotinha inteligente, introvertida e amarga de nove anos iria se tronar uma completa maluca, quando perto dos amigos? Quem diria, aliás, que ela faria algumas amizades, que no auge da sua infância, não existiriam nem em sonho? Quem acharia que uma criança que costumava ter paixões platônicas tão fáceis por garotos quaisquer, ia acabar se tornando uma adolescente “desapaixonada”, mas cheia de amigos do sexo oposto?
Quem um dia imaginaria que aquela criança que amava Palavra Cantada, Sandy e Junior, depois Hannah Montana e Hilary Duff, um dia viraria uma fã tão doente de Coldplay? Quem diria que aquela menina que só usava internet para jogar no site da Barbie, criaria tantas redes sociais e se acharia quase presa a elas? Quem acharia que ela passaria por tantas mudanças na vida e que, de certo modo, apesar de dores e momentos difíceis, isso faria bem pra ela?
Quem um dia imaginaria que essa menina resolveria se aventurar no mundo dos blogs? Quem diria que ela teria que passar por três blogs diferentes para, no último, finalmente se descobrir? E quem acharia que esse blog duraria, veja só, no mínimo dois anos?!
Não sei... não sei se alguém um dia pensou que todas essas coisas fossem acontecer. Mas aconteceram, e aconteceram outras coisas mais previsíveis, também! Todas elas, sem exceção, abrem um sorriso em meu rosto... porque se não fosse por elas, quem seria eu?
Não me conhece? É só ler, este blog sou eu! É por isso que, no sábado, dia 22, ele fez dois anos. E que venham mais 20.

P.S.: sim, o post está dois dias atrasado (#FAIL, baby). Sábado eu não pude entrar e ontem eu nem me toquei de que dia era...



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Postado por: Luh Danoninhoàs 22h17
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O impossível existe.

Sempre ouvi dizer que “o impossível é só questão de opinião”. Pois que seja esta apenas a minha singela opinião: o impossível existe. E o outro nome dele é “dizer Adeus”!

A única coisa que ninguém consegue fazer é dizer “adeus” àquelas pessoas que você ama. Não no sentido literal, simplesmente dizer a palavra “adeus”. Mas sim, no sentido sentimental. Porque apesar da certeza que todo ser humano tem da finitude, nós não sabemos quando ela chegará. E nós nunca teremos a oportunidade de dizer tudo o que queremos ou devemos.

O quanto nós amamos aquela pessoa, o quando nos importamos com ela. O quanto sabemos que ela nos ama, o quanto nós queremos que ela seja feliz, o quanto nós apreciamos os momentos que passamos com ela.

Mesmo que digamos essas coisas todos os dias, sempre haverá alguma coisa pendente. Aquela briga que ficou mal resolvida, aquele ressentimento que nunca passou, aqueles momentos que a gente procura esquecer, mas que sempre vêm a nossa mente nessas horas.

E aquele sentimento de que sempre está faltando alguma coisa, nos momentos importantes da nossa vida. Porque aquela pessoa nunca vai ver nossas realizações: aquela apresentação de ballet, aquele campeonato de futebol; a formatura do primário e do ginásio; aquele concerto de piano, o primeiro show da banda; a árdua jornada do vestibular vencida, a entrada no mercado de trabalho; o casamento, o nascimento dos filhos... e assim por diante. Ela nunca verá nossa evolução: tornaremos-nos pessoas melhores, e ela não saberá.

Dizer adeus é impossível, não importa por quantas experiências você passe. Apenas tente fazer da sua vida um “quase-adeus”. Diga o que deve ser dito, o máximo que puder. Faça, desfrute da vida! O sentimento de perda continuará o mesmo... mas a sua participação neste, parecerá um pouco menor...

Ontem se foi,

Nós temos que seguir adiante

Eu agradeço pelos momentos,

Feliz que eu tenha te conhecido!

Os momentos que tivemos,

Vou mantê-los como uma fotografia

E te guardarei no meu coração

Sempre me lembrarei de você



Dedico este texto às três mais importantes perdas, dentre tantas, que tive em minha vida:

Mamãe – em 2003, a perda mais difícil pela qual passei, e com certeza uma das mais difíceis de toda a minha vida, senão a mais difícil. Ainda não a superei, ainda lembro seu sorriso, de sua voz doce, de seu carinho, por mais vagas que sejam as lembranças.

Vovô Waldemar – em 2008. Nunca esquecerei seu jeito dócil, sua voz embaralhada que, por vezes, eu não entendia direito, seu sorriso, suas discussões sobre Palmeiras com meu pai, todas as balas que você me dava...

Tio Carmine – 7 de novembro de 2010. O tio-avô que foi como um verdadeiro tio para mim, com suas piadinhas, sua risada curta e suave, seus conselhos, seu jeito alegre e quase crianção de ser.



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Postado por: Luh Danoninhoàs 20h17
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Para sempre?

Mudaram as estações, nada mudou. Mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão diferente. Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre? Mas sem saber... que o ‘pra sempre’, sempre acaba.

Outro dia saiu uma discussão aqui em casa sobre o chamado “para sempre”. Será que ele existe mesmo? Será que não é só um mito que os contos de fada colocam na cabeça da gente quando somos crianças e que vai se desmanchando ao longo do tempo?

Talvez essas sejam algumas das perguntas mais difíceis de responder. Porque o futuro está bem aí, batendo na porta de cada um, e convidando você a sair, a tentar coisas novas, a lutar pelos seus interesses e ideais. E de vez em quando, isso inclui abandonar, mesmo que parcialmente, a sua atual vida, suas relações. E agora?

Tenho plena consciência de que as pessoas à minha volta vão seguir a vida delas. Todas escolheram por aceitar o convite que aquele visitante inoportuno lhes fez. Algumas mais, outras menos. E isso talvez signifique um “Adeus” ou um “até logo”, mas que doem, e que vão me fazer sofrer até curarem.

Isso me traz um questionamento cruel em relação ao meu futuro. Eu não teria tanto medo dele, se soubesse que isso não afetaria minhas relações. Também não me preocuparia tanto em deixá-lo de lado, se não tivesse quase plena certeza de que os outros não se preocuparão comigo ou com minha companhia.

Alguns porque acreditam piamente que a distância não muda nada. Outros porque não sabem o quanto dizer Adeus dói, algo que eu sei. Eu mesma não sei no que acreditar. Certas coisas me fazem acreditar na duração das relações, outras não.

O melhor é não me importar. Viver o momento, fazer as escolhas, e aproveitar cada restinho de tempo que eu tiver com essas pessoas, tentando não pensar no que vai acontecer depois. Provavelmente pessoas que agem assim são mais felizes. Mas eu não vou desistir, porque sei que cada segundo a mais com vocês vale muito, apesar das eventuais burradas. E se acabar...

Mas nada vai conseguir mudar o que ficou. Quando penso em alguém, só penso em você, e aí então, estamos bem.

 


 

Dedicado aos meus amigos. Sem mais.

Desculpe a falta de posts, mas percebi que talvez ela não esteja tãooo relacionada à falta de tempo, mas sim à falta de assunto. Volto quando tiver algo relevante para comentar!



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Postado por: Luh Danoninhoàs 22h44
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Até quando?

Eu gostaria de saber escrever sobre o amor.
Sobre as borboletas que voam em mim quando te vejo...

Sobre o gosto que imagino de teu beijo, ou até que sinto...

Sobre o calor de teu abraço...

Sobre a doçura de tua voz...

Sobre como me derreto ao ouvir teus “eu te amo”, ou ao imaginá-los...

Sobre como te amo, como tua presença me enobrece...

Gostaria de escrever sobre tudo isso.

Gostaria também de sentir.

Talvez seja isso! É provável que esteja enferrujada. Faz quatro anos que não me sinto assim, e estou bem. É algo que não me faz falta. Por isso também perdi a inspiração.

Mas até quando? Até quando vou ser feliz sem isso? Sem ter um alguém pra me deixar suspirando pelos cantos, em meio de sorrisos um tanto abobados?

Até quando vou ter que esperar para que apareça um você para que eu sinta esse amor novamente?


 

Esse post foi pensado depois de ler a belíssima crônica da Lilikaaa.
Sim, eu não me apaixono desde 2006... e não me sinto infeliz por isso. Não mesmo. Talvez seja pela quantidade de amizades maravilhosas que encontrei nesse meio tempo, somadas as que já existiam antes (pois é, eu tenho amizades de 10 anos). Talvez eu tenha ficado tão satisfeita com elas que não tenha nem pensado em me apaixonar, e isso não me tenha feito falta. Sou uma solteira “desapaixonada” feliz...
Só me pergunto se é bom que isso seja duradouro. Porque se eu continuar assim, daqui a pouco fico encalhada, HAHAHA...



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Postado por: Luh Danoninhoàs 20h34
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O tempo vai passar...

Era uma tarde de sábado, dia 19 de junho de 2010, e eu me encontrava parada, em pé, na fila de uma sala de cinema. Aguardava ansiosa ao menos a abertura da sala, enquanto observava um fato pitoresco na fila do cinema: supostamente, aquele era um filme para crianças. Claro que o primeiro da trilogia havia sido lançado há 15 anos, mas era interessante observar a quantidade absurda de adultos na fila. Sim, ela ultrapassava a de crianças.
O filme começava como quase que uma lembrança dos outros dois. Cenas do “passado” mostradas na tela como que de uma gravação caseira. Meu sorriso era enorme: ao som daquela canção que sempre amei, minha infância voltava toda, e as lágrimas quase vinham aos meus olhos.
De que filme eu falo? Toy Story 3! Sim, uma adolescente de 15 anos esperou o ano inteiro por um filme... de brinquedos? Pois é... fazer o que? Meu filme favorito até hoje, não podia deixar escapar o que seria o fechamento da história.
Logo quando aparecem os protagonistas, mais uma cena triste. Um sentimento quase que de perda. Mas algo relevante, se comparado ao resto do filme.
Ao longo do filme, muitas risadas, muitas confusões, muitas aventuras. O típico dos outros dois filmes, mas sempre de uma maneira inovadora. A amizade demonstrada entre Woody, Buzz, Jessie e os outros brinquedos é algo muito bonito, e que os salva tanto emocionalmente quanto literalmente.
Até aí, tudo rotineiro. Era mais um filme maravilhoso produzido pela Disney-Pixar. Se não fosse pelo final...
Confesso que fui forte.  Já tinha começado a me desesperar na sequência anterior ao efetivo fim, porém me controlei por causa da maquiagem. Mas a pixar não podia terminar sua trilogia mais brilhante sem arrancar rios de lágrimas de mim e da maioria dos espectadores! LINDO: é isso que foi o final. Emocionante, comovente, triste, maravilhoso, que daria um nó na garganta de qualquer um que já não é mais criança. E quando a tela ficou preta, surgiu uma chuva de aplausos da plateia, em prantos.
O que tem de tão especial nesse filme? Simples: ele não fecha apenas a trilogia com chave de diamante. Ele fecha também parte da nossa infância, e traz com ela um sentimento de saudades, e de medo, de insegurança...
Nossa, eu não quero crescer!


Sei que deveria ter postado sobre o show do Coldplay, mas me faltou tempo (se alguém quiser saber o que eu achei, foi ÉPICO!). Sei que deveria ter escrito o post que preparei sobre meu aniversário, mas me faltou tempo novamente (se alguém quiser saber como foi debutar, digo que foi uma das melhores sensações, mas principalmente por causa de familiares/amigos que tornaram a data a mais especial de todas!). Sei que deveria ter escrito sobre minha festa, mas adivinhem? Não tive tempo (pra quem não me segue no twitter, vou repetir o que eles já cansaram de ouvir: MARAVILHOSA!). Conclusão: minha escola acabou com a minha vida. Retomo ela nessas férias, ok?!



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Postado por: Luh Danoninhoàs 00h11
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O que é que a gente não faz?

Eu queria MUITO postar antes do dia 2, mas não sabia exatamente o que. Passei por uma fase super deprimida, minha primeira semana de aula não vale comentários. Não que tenha sido ruim, mas foi muito estranha. E o mês de fevereiro foi difícil, sábado passado (20) foi terrível, mas agora acho que já estou mais normal. Passei por uma semana cansativa demais, em função da escola... mas o que vocês tem a ver com isso, certo?
Acontece que dona
Pa-tri-cia (não façam perguntas sobre a divisão silábica, nem eu sei como isso começou!) me indicou (me cobrou, na verdade) pra um meme, e apesar de eu não gostar de memes (só daqueles do tipo “Love Box”, que me fazem pensar), vou postá-lo porque... não sei, porque resolvi que quero! HAHAHA...

Créditos de Abertura:
The Sweet Escape, Gwen Stefani feat. Akon (tá de brinks, né?!)
Tema do seu nascimento:
Start Me Up, Rolling Stones (#FAIL!)
Ao acordar:
Beauty of Uncertainty, KT Tunstall (KT <3 mas eu não acordaria ao som dessa)
Primeiro dia de aula:
Ignorance, Paramore (xará, te dedico!)
Infância:
Angie, Rolling Stones (Rolling Stones de novo?)
Primeira briga:
Sugar Sugar, The Archies (o que? Gosto dessa música! #fail)
Ao se apaixonar:
Fly on the Wall, Miley Cyrus (vou ali sentar no chão frio e chorar!)
Primeira decepção amorosa:
Hey Stephen, Taylor Swift (¬¬’)
Colegial:
Whisky a Go Go,Roupa Nova (Música pra festas de faculdade, eu sou precoce.)
Formatura: Gift of a Friend, Demi Lovato (WTH?)
Fim de namoro:
What did I do to your heart, Jonas Brothers (Ele tá cantando pra mim!)
Reatando namoro:
Hot ‘n Cold, Katy Perry (essa é pra fim de namoro, oi!)
Depressão:
Hello Goodbye, Beatles (depressão? Ondeee?)
Faculdade:
Let’s do this, Hannah Montana ( “this” refere-se a faculdade, sacou?)
Tema de sua vida adulta:
Que Será Será, Doris Day (essa bateu!)
Trilha sonora para sua primeira vez:
A Little Bit Longer, Jonas Brothers (a música é nada a ver, mas o título ficou suspeito)
Trilha sonora para as demais vezes:
Sometimes you can’t make it on your own, U2 (leia o de cima)
Primeira canção em seu carro:
The Hardest Part/Postcards from far Away (Live), Coldplay (COLDPLAY! Mas nada a ver a música, infelizmente)
Tema de seus flashbacks:
You’ll Always Find Your Way Back Home, Hannah Montana (olha, essa valeu!)
Sua canção de namorados:
I want you to want me, Lindsay Lohan (valeu!)
Vida:
Google, Ana Elisa e Mariana (oi, eu sou brega! Não valeu!)
Música de Batalha:
Whatever Will Be, Vanessa Hudgens (não gostei =/)
Na estrada:
Get Back, Demi Lovato (=/)
Casamento:
Disturbia, Rihanna (melhor nem casar, porque vai ser um fracasso!)
Nascimento do filho:
Swallowed in the Sea, Coldplay (meu filho nasce ao som de Coldplay, que lindo!)
Batalha Final:
Fifteen, Taylor Swift (¬¬’)
Última música que ouvirá antes de virar gagá:
Life in Technicolor, Coldplay (porque ouvir Coldplay antes de ficar gagá não tem preço!)
Cena de morte:
Shiver, Coldplay (meu filme tá terminando ao som da minha banda favorita!)
Música do Funeral: Take What You Take, Lily Allen (não saquei...)
Créditos Finais: Girls Just Wanna Have Fun, Cyndi Lauper (terminou com estilo).
Não gostei que não teve James Blunt.


Algumas coisas a declarar:
1- próximo post vai ser emoção jogada no papel, sem limites, sem barreiras, vai ser quase escrito com o fígado e com o coração. Se você não gosta disso, NÃO LEIA!
2- se você não gosta de Coldplay, também NÃO LEIA!
3- os comentários estão atrasados, mas dessa vez eu tenho dois bons motivos: o haloscan saído do ar, e eu ter tido um trabalho desgraçado pra colocar esse reblogger, agora vou ter trabalho pra responder os comentários antigos; pra vocês terem uma noção, passei a semana inteira em função do meu colégio #fail. “Ser paciente” é a chave.
4- A partir do dia 3 de março, contem no máximo uma semana. Se eu não tiver aparecido nem aqui, nem no
twitter, não precisam nem contatar as autoridades, podem colocar a roupa preta e chorar a minha morte, ok?! HAHAHAHAHA...



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Postado por: Luh Danoninhoàs 16h39
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Um ano? Um ano!

exatamente um ano, dia 22 de janeiro de 2009, eu entrei no UOL, cliquei em “Blogs” (é, ainda era assim naquela época) e resolvi que já tava na hora de criar um.  Ou melhor: criar outro. Depois de dois Blogs mal-sucedidos, tava na hora de um que prestasse. Com uma ideia e um nome condizente na cabeça, digitei “http://miniaturedisasters.zip.net” e o endereço estava disponível. Pronto! Era isso que eu queria.

Ao longo desse um ano, fiz várias vezes menções ao nome da música, e ao seu conteúdo. Aliás, o Blog fez jus ao seu nome em vários posts. “Desastres em miniatura e pequenas catástrofes me deixaram de joelhos. Então devo ser minha própria mestra ou os desastres em miniatura serão o meu fim”. Ao longo desse um ano, meus aclamados e aplaudidos visitantes acompanharam muita coisa. Acompanharam lágrimas, sorrisos, bobagens. E até uma mudança de comportamento, de escrita. Aguentaram a minha falta de educação enquanto eu não retribuía os comentários. Aguentaram de tudo comigo, e fizeram de tudo para que, várias vezes, esse blog me deixasse mais feliz.

AGRADEÇO mil vezes todos vocês! Todos que acompanharam minhas desventuras em série. Todas as amizades novas que eu nunca imaginei que faria e acabei fazendo, graças única e exclusivamente a esse blog (e ao twitter, também, admito... hahaha).

E sabem por que esse blog durou um ano? E talvez dure bem mais? Porque ele pressupõe quem eu sou. Não a criança que o “Música e Amizade” pressupunha (nome podre, eu sei, eu tinha 11, 12 anos, poxa!). Nem a garotinha fútil e boba que o “Lovelly Candy” pressupunha (ainda com um inglês péssimo, hahaha, que ótimo). Mas sim, eu! A Luiza, que vocês conhecem! Essa escritora iniciante que é cheia de crises existenciais, mas também #rialto... ou #cinemadedawsonscreek [/interna]. A Luiza complexa, das contradições, das loucuras! Essa Luiza! E se você ainda não a conhece, o prazer é todo meu!



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Postado por: Luh Danoninhoàs 20h12
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Você é minha oportunidade de ouro!

Esse post tem dois motivos: comemorar o layout do Coldplay, por causa do show e tals e voltar com meus posts-textos.
Antes de começar, quero avisar que isso aqui é uma fic sobre como essa música (Moses) foi escrita. Óbvio que não foi assim, já que o Chris Martin escreveu essa música para a Gwyneth em 2003, quando eles estavam quase se casando (ou já tinham se casado, depende do dia e do mês da música). Então, obviamente, não foi assim que aconteceu (queria também fosse óbvio que eles não casaram, mas estão felizes até hoje... mimimi). Mas é assim que eu imagino... ah!, e não serão mencionados os nomes “Chris e Gwyneth”, o casal da história poderia ser você e o(a) seu(sua) namorado(a)/pretendente/whatever.
“Ela reclinava-se sobre a janela, olhando o belo dia que se fazia ali fora. O olhar, no entanto, permanecia vago, pensativo. Já ele, brincava com o violão, dedilhando notas à toa. Naquela casinha antiga onde todas as tardes eles se encontravam às escondidas, reinava o silêncio. Ela então passou a observá-lo, e depois de algum tempo, disse ‘Você o faria?’. Ele a olhou e perguntou-lhe ‘Faria o que? Perdi alguma coisa?’. Ela estava nervosa, ansiosa, mas procurava não o demonstrar. ‘Você se casaria comigo, se pudéssemos? Se tudo não estivesse tão complicado?’. Ele olhou-a, e disse docemente ‘Sim, eu o faria, se eu apenas pudesse, você sabe que eu faria... e eu o farei, seja quando for’. Voltou a dedilhar seu violão quando lhe ocorreu uma ideia. Uma grande ideia. Abriu um sorriso e disse ‘já está tarde, vamos embora, amanhã nos encontramos novamente.’ Ela, apesar de confusa, obedeceu ao pedido.
Passou-se a noite, chegou o dia seguinte. Quando ela entrou pela porta, ele já estava lá, aguardando-a, com o violão no colo, um sorriso no rosto, e uma folha de papel numa mesinha à sua frente. Ela, mais confusa do que no dia anterior, perguntou ‘o que?’. E ele, feliz da vida, respondeu ‘fiquei a noite inteira preparando isto. Espero que goste’.
E começou a tocar seu violão, acordes até que entrou cantando, em inglês, os seguintes versos ‘Me diga agora, você não quer ver essa coisa que acontece comigo? Assim como Moisés teve poder sobre o mar, você tem o poder sobre mim. Me diga agora, você não quer saber? Você é meu refúgio, um lugar onde posso ir. E você é o ar que, o ar que respiro. Você é minha oportunidade de ouro’. Nesse exato instante, todas as lágrimas que ainda estavam contidas naqueles lindos olhos azuis que ela possuía desabaram. E ele continuou com o refrão, que a deixou nas nuvens ‘e oh, oh sim eu faria. Se apenas pudesse, você sabe que faria. Oh, amor, eu desejo... ’. Ela se considerava a mulher mais feliz do mundo, e ele continuava ‘Me diga agora, você não quer ver a diferença que fez em mim? E eu esperarei, não importa o que diga. Eu esperarei dias e dias e dias’. Ela permanecia sorrindo e chorando compulsivamente. E então, veio a parte final ‘se o céu for cair, deixe cair sobre mim. Se você for desmoronar, desmorone sobre mim. Se o céu for cair, deixe cair sobre mim.’
Ao final da música, ela correu ao seu encontro e eles se beijaram várias vezes. E ela repetia, incessantemente, que o amava. Molhava seu rosto com lágrimas de alegria.
E o resto? Não importa...”



Gente, esse layout é pra comemorar o show do Coldplay dia 2 de março, aqui em São Paulo. Lá pro meio de março ele sai do ar.
E os comentários? Bom, vai chegar sua vez, prometo! Eu estou indo bem, mas ainda assim, são muitos. Aguente firme que eu chego lá. Só postei por causa da ansiedade que tive em colocar esse layout no ar, já que a Lilika me ajudou a consertar os erros que o HTML dele possuía. OBRIGADA MAIS UMA VEZ, LILIKAAAAAAA!
Beijos e até mais ;*



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Postado por: Luh Danoninhoàs 16h31
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Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo.

Já tem um certo tempo que quero escrever um post, mas quem disse que a ideia vem? Pegava trechos de música, tinha inspirações mirabolantes! Cheguei a ficar em dúvida entre duas filosofias “coldplayanas”*, uma  de “pessimismo puro” e outra de “otimismo trágico”. Mas quando comecei o post, empaquei.
Bom, chega de introdução que ninguém merece, não é?! Chegamos no dia de hoje, no qual eu postei uma manifestação de meu tédio no twitter, e a Lilika me deu a ideia de postar sobre o fim de ano. Típico! Mas valeu, aqui estou.
O que foi esse ano? Ele foi um belo de um misto! Mistura de coisas ótimas com coisas péssimas, de risadas com lágrimas. Ok, todo ano é assim, mas esse foi uma contradição completa!
Alguns momentos ótimos dos quais me lembro melhor incluem datas importantes, como o meu aniversário; os dois shows maravilhosos nos quais eu fui (James Blunt e Jonas Brothers – ahhhhh! *.*); momentos nos quais descobri dos shows; e outros que simplesmente... foram bons! Sem nada que os obrigassem a serem bons, só momentos felizes.
Como pontos ruins, eu destaco os primeiros que me vem à mente: a gripe H1N1 (sim, eu considero um ponto negativíssimo!); o ano escolar estressante somado à indecisão que tinha pela escola do ano que vem; e uma praga que vai me acompanhar por toda a vida: o stress, que chegou a me deixar doente no começo do ano.
O ano não foi bom, nem ruim. Foi normal. Para o ano que vem, eu não planejo muitas coisas. Nunca fui de planejar, ter metas, e por aí vai. Deixo que as coisas aconteçam para, aí sim, criar planos... e não adianta tentar mudar minhas próprias características. Já fiz uma coisa muito importante para a vida: me aceitei! Sou chata, reclamona, pessimista, ansiosa, TEIMOSA, mas essa sou eu! E se quero levar uma vida normal, tenho que arcar com essas características. Além do mais, porque elas não são as únicas que possuo! Não sou feita só de defeitos!
"De minha parte, só espero que 2010 não seja um RT** de 2009." – obrigada à quem escreveu essa frase! Se for sua, me avise, que com certeza eu dou os devidos créditos!

*adoro neologismos, se acostumem!
**pra quem não tem twitter, RT é quase que... uma cópia, digamos assim.



Eu jurei que ia responder os comentários, eu sei. E estou respondendo! Só que aos poucos... tenham paciência, por favor! A hora de vocês vai chegar!
Um ótimo 2010 pra todos vocês!



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Postado por: Luh Danoninhoàs 14h59
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Suspendam as buscas!

Estou viva, vivíssima, diria! Na verdade, se você ficou com saudades, comece a me seguir no twitter (mas primeiro me avise por comentário, para eu não te bloquear de bobeira). Afinal, é muito mais fácil escrever apenas 140 caracteres do que um post inteiro quando o tempo é escasso. Só um conselho: não siga, ao mesmo tempo, eu, a Lilikaaa e a Patthy. É roubada. Você vai sofrer. Eu fiz isso e deu no que deu, virei uma #twitaholic! Mas você vai dar umas boas risadas, isso eu garanto! *Estou fazendo propaganda contra ou a favor? O.o*
Agora é a hora que vocês param de ler o post e me perguntam: “e aí, alien, de que planeta você veio e pra onde você abduziu a Luiza?”. Não, eu não sou um alien. Juro! Pra vocês terem uma ideia, eu teria milhões de poemas pra postar aqui e fazer vocês, meus queridos e amados leitores, enfiarem goela abaixo. Mas não, não é esse tipo de post que eu quero fazer. E por que não? PORQUE POXA, eu estou de “férias” e queria um post mais descontraído, divertido (isto é, se é que eu consiga fazer algo divertido... mas whatever*).
Assunto mais sério agora: hoje tem missa de formatura do colégio. Ok, já estou me preparando para a possível desidratação lacrimal que vai ocorrer, mas não isso o que mais me apavora. Me apavora o fato de que o ano está acabando e eu não tenho a menor ideia do que vou fazer da vida! Certo, talvez o termo “a menor” tenha sido uma hipérbole, mas eu não sei se fico, se vou, e se eu for, pra onde? Alguém me ajuda!
Termino esse post com um momento miguxo: seja lá o que eu vá fazer, seja lá quem vá me abandonar, ou eu vá abandonar, foi muito bom estudar com vocês, pessoal. Tivemos nossos altos e baixos, enfrentamos tudo juntos. Apesar de não conhecer intimamente uma boa parte de vocês, a gente estuda junto há tanto tempo! Dei muitas risadas com vocês, tive meus melhores momentos, também tive momentos ruins, mas o saldo é, com certeza, positivo. E eu desejo muito boa sorte pra todos vocês, quero a felicidade de cada um, e eu vou morrer de saudades, porque nunca houve e nunca haverá uma turma que eu goste mais do que vocês! Obrigada por tudo!

 *é melhor se acostumarem com esse termo, ele significa “que seja”, ou “tanto faz” e eu o uso com muuuita frequência.



Oi, os comentários eu respondo quando começarem realmente as férias! E o Miniature Disasters está quase com um ano, vivaaaaaa!
Uma salva de palmas para os meus visitantes que o fizeram durar tanto! E ainda vai durar muito mais, espero.



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Postado por: Luh Danoninhoàs 17h13
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Uma pequena lição.

*Antes de começar, um aviso aos navegantes: quem gosta dos meus posts-textos, e não tem paciência para os outros e nem para posts longos, pare de ler por aqui.*
Talvez todas as recriminações que minha vó vem me dando desde ontem à noite sejam bem merecidas. Confesso que otimismo nunca foi meu forte. Não, minto: pessimismo sempre foi meu forte. Quando li Polyana, cheguei a me irritar de vez em quando com o hábito de ver sempre o lado bom das coisas. Quero dizer, a vida não é maravilhosa pra ficar se vendo só as coisas boas. E as pragas que rodeiam esse mundo? Elas não contam? Muitas vezes elas são até maiores que as vantagens... Bom, pelo menos essa sempre foi a minha visão.
Outro péssimo hábito meu é o de criar muitas expectativas, sejam elas boas ou ruins, sobre um acontecimento futuro. Não adianta mil pessoas à minha volta chegarem e dizerem “Luiza, calma, relaxa!”, não surte efeito. Meu cérebro simplesmente descarta essas informações e não há meios de ele se esquecer das coisas. Talvez ele queira sempre algo pra se preocupar ou se distrair, eu sei lá.
Faço toda essa longa introdução falando de características minhas para contar sobre um acontecimento muito recente, deste fim-de-semana. Quem me conhece deve saber que toco piano. Desde 2004, diga-se de passagem. E todo fim de ano, há a apresentação musical. Essa me deixa mais careca a cada ano (ahaha, piadinha sem graça). Ela organiza-se em primeira parte, a parte clássica, e segunda parte, que são as bandas.
Na primeira parte eu sempre tremi, agonizei, morri antes de entrar no palco e mesmo em cima dele. E ano passado, ocorreu a “zica” de ser o primeiro ano no qual há um erro (e não muito pequeno) bem ao fim da música. Conclusão: na apresentação desse ano eu estava a pura pilha. Junta-se o fato de eu ser ansiosa com o pessimismo, e eu tinha claro em minha mente de que a música ia sair horrível.
A segunda parte, ao contrário, esse ano era só sonho. E o sonho mais lindo e maravilhoso! Eu estava encarregada de tocar DUAS músicas do Coldplay (uma no piano – Clocks, e outra no teclado – Viva la Vida), ao vivo, para todos verem! E milhões de cenas rolavam na minha cabeça do quão maravilhoso seria aquilo.
Ocorre que, um dia antes da apresentação, nesta sexta, dia 16, havia o ensaio geral no teatro onde seria feita a audição. A primeira parte saiu ótima, muito bem. A segunda foi o completo desastre: Viva La Vida não tinha problemas, mas Clocks era o puro caos! A bateria encobria completamente o piano e qualquer outro instrumento, inclusive quando tive que fazer minha tentativa ao teclado. E isso serviu de desespero e choro por um bom tempo teatro a fora.
Foi a partir daí que eu adquiri a plena convicção de que a apresentação ia ser uma porcaria. E, como eu disse anteriormente, não adiantava minha vó dizer que tudo ia dar certo, eu não acreditava!
Mas perdi todo meu argumento ontem, quando a primeira parte só teve um erro que eu facilmente disfarcei. E a segunda? Ah!, a segunda foi um caso a parte. Viva La Vida, de acordo com minha família, foi um show só meu: o que mais ali se ouvia era o teclado tocando aquela famosa e linda introdução. E Clocks? Segui o conselho de meu pai e toquei apenas para mim mesma, com um sorriso no rosto, cantando junto do vocalista e simplesmente me deixando levar pelo fato de que EU estava me dedicando à minha banda favorita! E juntando a linda introdução de Clocks no piano, com o ótimo baixista, o exímio vocalista e guitarrista, e a bateria um pouco mais baixa, resultou na música mais aplaudida!
Talvez isso devesse servir de lição para mim, eu deveria aprender que não devo me antecipar aos fatos. Mas, ah!, não adianta... isso vai ser uma façanha que eu nunca, nunca vou alcançar, tenho certeza disso!

 


Oi, eu sei que os comentários ainda não foram respondidos. Mas oi, eu tava em semana de provas até agora à pouco, e também em bateria de ensaios! Ou seja: me arranjem tempo. Poooor favoooor, me perdoem! Eu prometo que vou responder, prometo! Mas eu não podia simplesmente abandonar meu blog porque não consigo responder os comentários. Eu sou grata a todos e vou sempre bater uma salva de palmas pra todos vocês, sempre sempre!

 



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Postado por: Luh Danoninhoàs 18h22
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O dom de um amigo.

"Às vezes você acha que vai ficar bem sozinho. Porque um sonho é um desejo que você faz totalmente sozinho. É fácil achar que você não precisa de ajuda, mas é mais difícil andar com as suas próprias pernas."
Sabe, Demi Lovato conseguiu fazer o possível e o impossível nessa música. Ela conseguiu dizer o que eu sinto, o que eu vivo.
Ela consegue exemplificar, em poucas palavras, o sentimento que você sente quando há algo te puxando pra baixo, e vem aquela pessoa tão querida e te faz abrir um sorriso.
Aquela pessoa que te deixa mais feliz do que você já está, que te olha com carinho, que vai te acompanhar seja qual for o momento, que te apóia mesmo quando sabe que você está errado(a). E sempre te diz que você errou da maneira mais doce, e te acolhe quando você se sente mal, enxuga suas lágrimas. Palavras e gestos de carinho.
Mesmo com mil e uma brigas, tudo sempre fica bem. Porque há um sentimento de cumplicidade incrível. Porque na amizade verdadeira, nada supera o sentimento de amor de irmãos.
Escrevo esse post, porque passei por uma situação onde me sentia péssima e veio aquele apoio amigo pra me fazer abrir um de meus maiores sorrisos (você sabe quem você é, pessoa!).
Então eu gostaria de dedicar esse post e essa música a todos os meus amigos verdadeiros (novamente, vocês sabem quem são), que sempre estão ali para mim. Mesmo aqueles que não têm muitas oportunidades para me apoiarem e enxugarem minhas lágrimas, eu sei que se pudessem, fariam com certeza.

"Alguém que sabe quando você está perdido e assustado
Lá, nos altos e nos baixos
Alguém com quem você pode contar, alguém que se importa
Ao seu lado aonde quer que você vá
."

 


 

Gente, eu sei que os comentários estão EXTREMAMENTE atrasados, ok?! E se eu disser que estou sem tempo, vocês irão retrucar: "aha, e como você postou isso?". E eu lhes respondo: "porque o que me aconteceu hoje foi tão memorável pra mim, que eu precisava desse post. Precisava dizer a essa pessoa tudo isso que foi escrito acima, apesar de já ter dito e apesar de ter (quase) certeza de que essa pessoa nunca vai ver esse post. Eu precisava, entende?" (não me peçam detalhes, ok?!)
E, é claro, uma salva de palmas pros meus visitantes que continuam me enchendo de carinho e aguentam o fato de eu ser uma mal-educada e demorar um século e meio pra responder todo esse carinho. Mas eu respondo, viu?! Respondo sim. Sei exatamente onde parei, e vou continuar ^^.
P.S.: Esse blog está com suspeita de Gripe A, lave as mãos após sair dele (hahaha, piadinha sem graça pro momento, não acham? É que eu dou uma de engraçadinha quando fico nervosa/irritada/estressada).



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Postado por: Luh Danoninhoàs 20h47
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“E o futuro, é uma astronave...”

...que tentamos pilotar. Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar. Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar...
Gosto dessa música desde pequena. Quando eu era pequena, eu gostava de toda a parte lúcida dessa música e todos aqueles Power Points ou todos aqueles vídeozinhos de animação tão bem-feitos e tão caprichados.
Mas hoje, ao me pegar pensando sobre o início das aulas e o que o futuro me guarda, me veio esse trecho. Estava aqui, sozinha, no computador, pensando sobre o que vai acontecer daqui pra frente. No fim do ano, quando talvez tenhamos a confirmação de que a maioria de nós não vai mais estudar junto.
Isso é tão estranho... eu estudo com vários ali desde o jardim, ou desde a primeira série! Chega a me doer pensar que isso tudo pode acabar esse ano. Quero dizer, mesmo eu não sendo “amiga íntima” de muitos dos quais estudei há tempos, eles são meus colegas e no meu colégio há uma fraternidade... é algo um tanto confuso o que estou dizendo, eu sei. Apesar de não sermos amigos, geralmente a gente se gosta. São poucos os casos de quem não se suporta.
Além do fato de que tem os meus amigos, claro. Eu não sei se eu vou sair, eu não sei quem vai sair. E se já foi triste quando minha amiga saiu na segunda série, quando minha outra amiga saiu na sexta e quando a última amiga saiu ano passado, o que vai ser desse ano?
Ah, talvez eu seja insuportavelmente reclamona e chata como dizem alguns. Mas como aqui é o meu porto-seguro, eu achei que talvez pudesse postar isso sem problema.
Talvez eu devesse parar de me preocupar tanto sobre o futuro...

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.




Oi, eu sei que esse post está num estilo um tanto diferente dos outros, ok?! E eu sei que ninguém merece ficar lendo meus dramas. Mas amanhã começam as aulas, e além do fato de isso que escrevi acima estar me matando, tem o fato de que eu vou sumir por um tempo. Conclusão: juntou tudo numa massa só de emoções confusas, e saiu isso que vocês acabaram de ler. É mais um desabafo do que um texto, mas prometo que da próxima vez, vem um texto mais decente (e espero que sem drama nem crise existencial...)
AH!, e é claro, gostaria de mais uma vez agradecer meus visitantes. Não importa quantos comentários eu receba, nem que seja só um, eu leio todos eles com o maior carinho, com brilho nos olhos e com muita alegria. Saiba que mesmo que pareça que não vou responder seu comentário, quando você menos espera, meu comentário estará lá, tentando retribuir o carinho que me foi dado.
E mais uma salva de palmas aos meus visitantes, que colocaram mais vinte e quatro comentários na caixinha do Haloscan!



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Postado por: Luh Danoninhoàs 16h14
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